Nasce em 1976, em Margny-lès-Compiègne, França. Em 1986 muda-se para Arcos de Valdevez, Portugal, território onde o gesto se transforma em raiz, e onde continua a criar e a respirar arte. Pintor autodidata, Mutes é um Cubista do avesso, um apregoador do DesCubismo Contornismo, linguagem que subverte a forma, que destrói para reconstruir, que abre o corpo da cor para lhe mostrar o nervo. A sua pintura é um diálogo entre o rigor da linha e a emoção do caos, entre o contorno que aprisiona e o instinto que liberta. Desde 2004 expõe com regularidade, somando já mais de 260 exposições — individuais e coletivas — em Portugal e no estrangeiro. Está representado em diversas coleções e espaços culturais. Desde 2018, colabora com o Movimento Dadaísta “Maintenant” (Three Rooms Press, Nova Iorque, EUA), integrando o espírito provocador e libertário do dadaísmo na sua própria alquimia plástica.
A sua arte ultrapassa a tela: criou uma linha de copos para a marca Other Worlds Brewing (Miami, Flórida), uma linha de sapatilhas All Star para o Brasil (2016), e diversas capas de álbuns, livros e instrumentos musicais, onde o traço se torna som, palavra e ritmo. Autor de 12 murais em território português e um no Canadá inserido no Vivid Art Fest 20205, Mutes é também o mentor e curador da exposição quadrienal Arcoz’Arte, promovendo desde 2012 a partilha e o encontro entre artistas. Distinguido com o Art Prize Picasso (Carrousel du Louvre, Paris, 2016), uma Menção Honrosa na Brick Lane Gallery (Londres, 2017) e a Medalha de Criatividade da Von Zeidler Art Gallery (Berlim, 2021), continua a percorrer o mundo com a mesma inquietude de quem pinta não para mostrar, mas para dizer o que o silêncio não diz.
O DESCUBISMO CONTORNISMO
Entre o contorno e o abismo existe uma linha — e é aí que pinto.
O DesCubismo Contornismo nasce da tensão entre forma e instinto:
da geometria que se quebra, da emoção que resiste,
da cor que já não quer ser cor, mas pensamento em movimento.
É a minha forma de procurar liberdade dentro da linha. Parto do cubismo, mas retiro-lhe o peso da rigidez, deixando que o contorno se torne movimento e não fronteira. As formas surgem fragmentadas, mas sempre humanas; a cor respira, revela imperfeições e dá espaço ao inesperado. Neste processo, descubro o que a linha contém e o que deixa escapar. O meu trabalho não pretende impor uma leitura — convida apenas a olhar, reconstruir e sentir.
Por: Noélia de Santa Rosa
A arte de Mutes remete-nos para o mundo primordial das infâncias do homem, onde a cor comunica com os nossos sentidos e as formas livres nos falam da vida e das lutas entre as sombras e a luz dos desejos. Ela faz-nos lembrar os primeiros passos do cubismo pela mão de um Picasso, percorre os traços de um Júlio Pomar para desaguar num Miró, mas também nos induz às viagens por África pelo pulsar de um Malangatana ou por um Matsinhe onde os sons e os ritmos se entrelaçam nas origens da musicalidade até ao modernismo do rock plasmadas nas cores e formas que evoluem na sua obra. Cada figura que nasce numa tela de Mutes conta-nos uma história, grita-nos as injustiças da nossa sociedade, mostra-nos a luta entre o ter e o ser, aponta o dedo denunciador das elites e do seu poder, revela-nos o cinzentismo da alta finança em confronto com a miséria dos explorados e a alienação das massas pelos media e pelas novas tecnologias. Absorver todos os signos das figuras de Mutes não é um exercício fácil, ele obriga o observador a fazer um exercício de desconstrução do real imediato para o real exposto, a simbiose entre a animalidade dos desejos obscuros e os desejos sonhados. A primeira perceção da obra de Mutes ou é conquistada de imediato ou é assimilada após várias observações, onde se vai descobrindo cada figura, cada detalhe conforme Mutes se vai revelando na sua visão do mundo pictórico em percursos tortuosos da exposição que faz dos mundos dentro do mundo para onde nos encaminha e do qual somos parte e figurantes. Mas depois de nos conquistar e de nos introduzir nesse mundo dentro dos seus mundos, depois de assimilarmos os contornos da cor em simbiose com os ritmos, sentimo-nos parte dessas histórias, atores e participantes de um mundo sonhado e mutante onde a cor é signo de esperança e de alegria fraterna.
Por: Adolfo Luxuria Canibal
O que de imediato atrai na pintura de Mutes é o seu impacto Pop. O olhar é de pronto convocado pela explosão de cores lisas e primárias que emanam das suas telas, numa profusão de detalhes e estilhaços a fazer lembrar os grandes vitrais das catedrais góticas. Depois, o seu “(des)cubismo” ganha visibilidade, com a sobreposição das diversas partes do representado num mesmo plano e a visualização espacial da imagem nos seus diversos ângulos em simultâneo, na senda do encetado por Georges Braque e Pablo Picasso no início do século XX, a ser ponto de partida para o aprofundar da geometria das formas. Mas em Mutes esta decomposição dos objectos na sua representação geométrica é torpedeada pela intrusão de outros elementos gráficos, nomeadamente figuras humanas, bichos e instrumentos musicais, saídos do universo da banda-desenhada, num piscar de olho à linha clara da BD franco-belga, que contrastam, no seu desenho curvo e bidimensional, com a envolvente geometral e escultórica que dá corpo ao vitral multicolorido que vão paulatinamente invadindo. E tal como nos vidrais góticos e nas histórias aos quadradinhos, a pintura de Mutes apresenta-se como narrativa sequencial, afirma-se como denúncia ou comentário sobre o mundo, ora sarcástico, ora colérico, ora afectuoso, mas sempre pessoal. Um comentário que se lê visualmente, sem ordem precisa, e que acaba por ser, mais do que o arrebatamento estético pictórico, o objectivo último do acto de pintar e de criar. Como se na consciência de ser social residisse toda a força do artista enquanto criador, imprimindo à sua pintura a denúncia dos desacertos e das iniquidades do mundo, perversidades que Deus e os homens não souberam ou não quiseram evitar. Como se a pintura não fosse mais do que instrumento para o despoletar de reacções e emoções, um catalisador de acção correctora, um manifesto poético sensorial.
PRÓXIMAS EXPOSIÇÕES CONFIRMADAS
2027
Exposição Individual — Hospital da Luz, Guimarães 04 de janeiro a 07 de março.
2026
Exposição Coletiva — Mutes & Luiz Morgadinho, Cadeia Velha, Ponte de Lima 30 de setembro.
2025
Exposição Coletiva na Galeria Guntilanis, Vila Praia de Ancora, Dezembro.
2025
Exposição coletiva Renduf`Arte, Torres Novas
Exposição Coletiva d´art-VEZ, Casa das Artes de Arcos de Valdevez.
Execução da capa do álbum “Os Cães Ladram” do Mau Olhado Aka João Cardoso.
Execução da capa do livro de Adriana Figueiredo de Magalhães ” Todas as Faces do Amor”.
Execução de um mural de 46m² em Sault Ste Marie, inserido no VIVID Art Fest, Ontário, Canadá.
Exposição coletiva de arte “Show (Us) Around” no Póvoa Arena, Póvoa do Varzim.
Participação pelo 7º ano consecutivo no livro do movimento Dadaísta “Maintenant” – Three Rooms Press (EUA – Nova Iorque).
Elaboração de um mural com Luiz Morgadinho, de 60 m², na Quinta do Cerqueiral, em Arcos de Valdevez.
Exposição Coletiva Art’In Lima, Ponte de Lima.
Exposição Individual “Arts Lounge Hotel dos Cavaleiros”, Torres Novas.
Exposição Coletiva no Festival Artis 2025, Seia, Serra da Estrela.
Exposição Coletiva, 51 anos 25 Abril, Galeria Guntilanis, Vila Praia de Âncora.
7ª Exposição Coletiva de Artes Plásticas, Oliveira do Hospital.
Exposição Coletiva “MILHER´ARTE”, Quinta Cerca da Milhera, em Ponte da Barca.
Exposição com o COLECTIVO.56, Arcos de Valdevez.
Exposição Coletiva “E DEPOIS DO NATAL”, Galeria Guntilanis, Vila Praia de Âncora.
2024
Exposição Colectiva Pintura & Escultura, “Narrativas de senso estético” — Mutes & Nuno Veloso, Galeria da Biblioteca Lúcio Craveiro, Braga.
Parceria com Desenhos em Tecelagem de grandes dimensões, com a empresa de Tecelagem HTB Home & Contract.
Exposição Colectiva, no Dance Fuel, com o Colectivo 56, Arcos de Valdevez.
Exposição Colectiva de Pintura — Tudo o que banha a luz é meu, Galeria OrtoPóvoa.
Meta – Morfo – Sis – Colaboração – Acto Intervertido & Pictórico, na exposição da Escultora Iris Loba — Paços do Concelho de Ponte da Barca, 8 Novembro.
Exposição Colectiva de Artes com curadoria, Arcoz’Arte — Casa das Artes de Arcos de Valdevez.
Participação pela 6ª vez no livro do movimento Dadaísta “Maintenant” — Three Rooms Press, EUA – Nova Iorque.
Exposição Bienal Art’In Lima, Ponte de Lima.
Elaboração da capa do livro “Memórias que ficaram”, da escritora Florbela Esteves.
Elaboração do Mural “Recontro de Valdevez”, inserido no festival #MURARCOS 2, na zona histórica da Valeta, Arcos de Valdevez.
Exposição Vision Art Fair, Cordoaria Nacional, Lisboa.
Exposição colectiva na Galeria ENTR’ARTES, Vila do Conde.
Elaboração de um Mural (500 x 210 cm) no Colégio do Minho, Monção.
Exposição Bienal de Arte Contemporânea de Trás-os-Montes, “Linha de Água”.
Exposição colectiva “Prelúdio”, Galeria Geraldes da Silva, Porto.
Exposição Artis – Festival ARTIS 2024, Beira Alta.
Exposição Colectiva dos 50 anos do 25 d’Abril, Museu Municipal de Caminha.
Exposição Colectiva dos 50 anos do 25 d’Abril, Galeria Guntilanis, Vila Praia de Âncora.
Exposição Colectiva dos 50 anos do 25 d’Abril, Museu Berardo, Estremoz.
Elaboração do Mural Glamping Hills, Santa Comba de Rossas, Bragança — com o Colectivo Caruncho.
Elaboração da capa do Livro “IdaEVolta e outros caminhos”, de Rui Teresa.
Elaboração da capa do 12º Álbum “Zoom”, de Vitor Torpedo, pela Lux Records.
Parceria com desenhos para a marca de calçado Sense Tailor Shoes.
2023
Exposição d’ART-VEZ, Arcos de Valdevez.
Exposição Colectiva “Vivacidade Moderna”, Galeria Albuquerque Lima, Coimbra.
Execução da capa do Livro “Mergulhos são Voos Virados do Avesso”, da poetisa Maria Marujo.
Exposição Colectiva arte(s)Lions, Galeria Guntilanis, Vila Praia de Âncora.
Execução de uma pintura na Valeta “O Major e a Raposa”, Arcos de Valdevez — inserida no 1º Festival #MURARCOS 1.
Exposição “O DesCubismo do Cubismo”, Galeria da Câmara Municipal de Vizela.
Execução do Mural “Zé Micamé” (130 m²), com Luiz Morgadinho, na Ponte Nossa Senhora da Guia, Ponte de Lima.
XXVII Exposição Aberta de Artes Plásticas, Galeria do Theatro Circo, Póvoa de Lanhoso.
Exposição Internacional Art’In Lima, Ponte de Lima.
Exposição Individual — Improváveis encontros entre pintura e escultura, espaço QuadraSoltas, Porto.
Exposição Colectiva BIALE, Bienal Internacional do Alentejo, Estremoz.
Execução da pintura “SONS DE VEZ 2023” (300 x 100 cm), Mutes, Ammil e Polen.
Exposição “Des-Cubismo de Mutes”, Paços do Concelho, Câmara Municipal de Ponte da Barca.
Execução da capa do Álbum “Na corda Bamba”, de Xinas Leite.
Exposição do Festival Artis Seia 2023, Seia.
Participação pela 5ª vez no livro do movimento Dadaísta “Maintenant” — Three Rooms Press, EUA – Nova Iorque.
2022
Colorismos por entre Pretos e Brancos — Exposição Individual, Casa da Cultura de Paredes.
XXVI Exposição Aberta de Artes Plásticas, Galeria do Theatro Circo, Póvoa de Lanhoso.
Arte Vadia, Celanova – Galiza, Espanha.
Art’In Lima — Exposição Internacional, Ponte de Lima.
Exposição Colectiva “Olhares”, pela APPACDM – Praça da República, Viana do Castelo.
ARTIS — Festival de Artes Plásticas de Seia, Serra da Estrela.
Circol’Artes 4, Casa dos Viscondes, Sistelo – Arcos de Valdevez.
6ª Exposição Colectiva de Artes Plásticas, Oliveira do Hospital.
Participação pela 4ª vez no livro do movimento Dadaísta “Maintenant” — Three Rooms Press, EUA – Nova Iorque.
2021
Exposição colectiva Circol’Artes 3, Casa da Cultura de Melgaço.
Exposição Colectiva na Galeria Von Zeidller Art Gallery, Berlim, Alemanha.
XXV Exposição de Artes Plásticas, Galeria do Teatro, Póvoa de Lanhoso.
Exposição Colectiva D’Art VEZ 2021, Arcos de Valdevez.
Exposição Colectiva Socalc’Arte, Casa dos Viscondes, Sistelo – Arcos de Valdevez.
Lançamento do livro DesCubismo Contornismo – Desenhos de Mutes.
Participação pela 3ª vez no livro do movimento Dadaísta “Maintenant” — Three Rooms Press, EUA – Nova Iorque.
Exposição Colectiva Art In Lima, Ponte de Lima.
Exposição Colectiva e Curadoria – Arcoz’Arte 2021, Arcos de Valdevez.
Exposição Colectiva aCORdo quARTEto – Pulsar Viana 2021, Viana do Castelo.
Exposição Colectiva Montanhas Artes, Oliveira do Hospital.
Exposição Colectiva Artis, Seia 2021.
Exposição 4ª Bienal Internacional de Gaia, Pólo Esposende.
Exposição Universal Confraternization 22th Edition Art Show 2021, Noruega.
Criação da capa do álbum “Subterrâneos”, de João Morais (O GAJO).
2020
Criação da capa do álbum “7 2 6”, da banda portuguesa No |on.
Participação no 10º Guimarães noc noc, Guimarães.
XXIV Exposição de Artes Plásticas, Galeria do Teatro, Póvoa de Lanhoso.
Exposição do Colectivo “Doze d’Arte”, Galeria Municipal de Barcelos.
Exposição Colectiva “Circol’Artes”, Casa Museu de Monção.
Participação pela 2ª vez no livro do movimento Dadaísta “Maintenant” — Three Rooms Press, EUA – Nova Iorque.
Exposição “Five Years”, Galeria Days Are, Miguel Bombarda, Porto.
Criação de uma linha de copos para a marca de cervejas Other Worlds Brewing, Flórida – Miami.
Participação com 3 pinturas no álbum (Surge) de Sérgio Castro, vocalista dos Trabalhadores do Comércio.
2019
Exposição Bienal e Internacional Art’In Lima, Ponte de Lima.
Exposição Colectiva 45 anos do 25 de Abril, Museu de Estremoz.
Exposição com o Colectivo Doze D’Arte, Fábrica do Braço de Prata, Lisboa.
Exposição Colectiva Internacional “Ressurection”, Wagner Art Gallery, Gotemburgo – Suécia.
Exposição Colectiva “Art Without Stigmas”, 60 62 Art Gallery, Porto.
Exposição Colectiva (Doze D’Arte), Galeria Days Are, Miguel Bombarda, Porto.
Participação pela 1ª vez no livro do movimento Dadaísta “Maintenant” — Three Rooms Press, EUA – Nova Iorque.
Exposição Colectiva, Festival Noc Noc, Guimarães.
Exposição (Colectiva de Arte), Galeria Days Are, Miguel Bombarda, Porto.
Exposição Aberta, Foyer do Theatro Clube, Póvoa de Lanhoso.
Exposição Colectiva “Ventos Contrários”, Galeria Days Are, Miguel Bombarda, Porto.
Exposição Bienal d’Art-VEZ 2019, Arcos de Valdevez.
2018
Exposição Colectiva (A Máscara) — Plataforma de Arte e Criação, Bragança.
Exposição Mp2 – Mutes & Patico, Galeria da Clínica Rainha Santa Isabel, Estremoz.
Exposição Individual – Manifestações de Desordem Cubista, Galeria @baag, Lisboa.
Exposição Colectiva Internacional #Primavera 2018#, Galeria D. Pedro, Porto.
Exposição (Retrospectivas) e apresentação do livro A Arte de Mutes, Casa das Artes, Arcos de Valdevez.
Exposição no XVI Artis – Festival de Artes de Seia, Serra da Estrela.
Exposição Internacional Lethes Art, Ponte de Lima.
Exposição Circol’Artes, Casa da Cultura de Melgaço.
Exposição DiverSexCity, Galeria Geraldes da Silva, Porto.
Exposição Natal/Arte e Leilão, Cooperativa Cultural, Gaia.
Exposição Colectiva, Galeria Days Are, Miguel Bombarda, Porto.
2017
Exposição Colectiva “Entre a terra e o mar”, Galeria Municipal Tony Vitorino, Marinha Grande.
Exposição Colectiva Nacional “70 Cavaquinhos, 70 Artistas”, Museu de Arte Popular, Pombal.
Exposição de Pintura (Contrastes) — Mutes & Miguel Moreira e Silva, Galeria Europa América, Saldanha, Lisboa.
Exposição Colectiva de Pintura “Mutes e Gudrun – The Merging of Feelings and Colours”, Museu de Ulricehamn, Suécia.
XXXI Exposição Aberta, Póvoa de Lanhoso.
Exposição Internacional Lethes Art, Ponte de Lima.
Exposição (Dos Pelos do Meu Pincel), Theatro, Póvoa de Lanhoso.
Exposição “70 Cavaquinhos 70 Artistas”, Arrábida Shopping, Vila Nova de Gaia.
Exposição Internacional Art Map, Braga.
Exposição Colectiva “Oit’Arte”, Galeria Baag, Lisboa.
Exposição Bienal D’Art-VEZ, Arcos de Valdevez.
2016
Exposição ART FAIR, Carrousel du Louvre, Paris, França.
Exposição Colectiva de Artes Plásticas, Posto de Turismo de Seia — Organização GEIC.
Exposição Colectiva 4 Mãos D’Arte, Centro Multimeios de Espinho.
Exposição Colectiva Arte Nostra Damus, Seia, Serra da Estrela.
XX Exposição Aberta de Artes Plásticas, Póvoa de Lanhoso.
Exposição Colectiva Moita Mostra (Encontro de Artes em Meio Rural), Castro Daire.
Exposição (Danças da Minha Mão), Câmara Municipal de Lisboa.
Exposição Internacional ART-MAP, Ponte de Lima.
Exposição Colectiva no Festival de Artes (Artis XIV), Seia, Serra da Estrela.
Exposição Colectiva e Curadoria ARCOZ’ARTE, Casa das Artes, Arcos de Valdevez.
Exposição PORTRAINTS, Brick Lane Gallery, Londres.
Exposição 70 Cavaquinhos 70 Artistas, Salão Nobre do Teatro Municipal Baltazar Dias, Funchal, Madeira.
Exposição (Cubismos de um Pincel para com a Tela), Edifício GNRation, Braga.
Exposição Bienal D’Art-VEZ, Soajo, Arcos de Valdevez.
Exposição Colectiva no Consulado Geral do Equador, Milão, Itália.
Exposição Colectiva (Aqui há Gato), Galeria Europa América, Lisboa.
Exposição no Iº Encontro de Direito e Arte, Universidade Lusófona, Porto.
Exposição 70 Cavaquinhos 70 Artistas, Cineteatro António Lamoso, Santa Maria da Feira.
2015
Exposição Colectiva ART 2, Fusca, Lisboa.
Exposição Colectiva MiniaturArte, Espaço Cultural Callaeci Bracari, Braga.
Exposição Improviso Coisificado, Galeria Europa América, Lisboa.
Exposição Bienal e Internacional D’Art-VEZ, Arcos de Valdevez.
Exposição Colectiva 70 Cavaquinhos, 70 Artistas, Montreux, Suíça.
Exposição Colectiva 70 Cavaquinhos, 70 Artistas, Casa do Sal, Castro Marim, Algarve.
Participação no II Open Internacional de Xadrez, Marquês de Pombal.
Exposição Colectiva “Contrastes”, Galeria dos Emergentes, Braga.
Exposição 70 Cavaquinhos 70 Artistas, Sala Gótica, Paços do Concelho, Barcelos.
Exposição 70 Cavaquinhos 70 Artistas, Palácio Vila Flor, Guimarães.
Exposição Colectiva SOMOSARTE, XXIII Feira do Vinho do Rosal, Galiza, Espanha.
Exposição Colectiva SOMOSARTE, Plaza de Tomiño, Pontevedra, Espanha.
Exposição 70 Cavaquinhos 70 Artistas, Museu do Traje, Viana do Castelo.
Exposição Mutações (Des)Cubistas, Museu Municipal de Espinho.
Exposição 70 Cavaquinhos 70 Artistas, Sala da Cidade, Coimbra.
Exposição Colectiva, Festival de Artes Plásticas XIII ARTIS, Seia, Serra da Estrela.
Exposição Colectiva, Maximina (IX Exposição de Arte), Galiza, Espanha.
Exposição Colectiva SOMOSARTE, Liceo Casino Tui, Espanha.
Exposição Colectiva Nacional “70 Cavaquinhos 70 Artistas”, Theatro Circo, Braga.
Exposição DES (Cubismo Contornismo), Galeria Vieira Portuense, Porto.
2014
Exposição Colectiva, Mistérios de Natal, Galeria Vieira Portuense, Porto.
Exposição Colectiva Nacional “70 Cavaquinhos 70 Artistas”, Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa.
Exposição Colectiva nº6 (Põe-te na Shair), Galeria dos Emergentes dst e Teatro Circo, Braga.
Exposição DES (Cubismo Contornismo), ASMAV, Guimarães.
Exposição Colectiva (Encontro Ibérico de Artes Plásticas), Oropesa, Espanha.
Exposição Colectiva (A Cor se fez Palavra), Casa das Artes, Arcos de Valdevez.
Elaboração de mural (45 x 1,5 m), Santa Casa da Misericórdia, Arcos de Valdevez.
Exposição Colectiva (MoitaMostra), Castro Daire.
Exposição Colectiva (Arte em Mação), Mação, Abrantes.
Exposição Colectiva (Põe-te na Shair), Galeria dos Emergentes dst, Braga.
Participação no Festival de Artes Plásticas ARTIS, Seia, Serra da Estrela.
Exposição (Cores da Poesia na Alma dos Poetas), Fundação Jorge Antunes, Vizela.
Workshops no Colóquio Juvenil de Arte “Luz, Sombra, Criação”, Escola Secundária de Arcos de Valdevez.
Exposição Colectiva (Mosteiro com Arte), Mosteiro de Tibães, Braga.
Exposição Colectiva Arnaldo Macedo e Mutes, O Orgasmo das Maçãs com as Cores de Mutes, Paços do Concelho, Ponte da Barca.
Exposição (DES) Cubismo Contornismo, Feng Shui, Braga.
2013
Exposição Colectiva pelo Projecto ASMAV (Rizoma), Guimarães.
Exposição na Galeria Partes d’Arte, Arcos de Valdevez.
Participação na Bienal e Internacional D’Art-VEZ, Arcos de Valdevez.
Exposição DRIP/ACTION Exploration Paintings, Festival Marginal Artes, Jardim dos Centenários, Arcos de Valdevez.
Exposição Colectiva Arte na Leira, Caminha.
Exposição (Expressões de Vida), Galeria da Santa Casa da Misericórdia, Viana do Castelo.
Exposição (Expressões de Vida), Ruarte / Mercado das Artes, Ponte de Lima.
Exposição (Reciclar Reinventar Reutilizar), ArtNature Fest, Ponte de Lima.
Exposição (Expressões de Vida), Contagiarte, Porto.
Exposição (Expressões de Vida), Espaço Compasso, Porto.
2012
Exposição (Expressões de Vida), Círculo de Arte e Recreio — Capital Europeia da Cultura, Guimarães.
Elaboração do mural I-mUr@L (23 x 2,7 m), com Luiz Morgadinho e Vítor Zapa, Casa das Artes, Arcos de Valdevez.
Exposição (De Diferentes Correntes), Posto de Turismo, Arcos de Valdevez.
Exposição e participação no Festival Marginal Artes, Arcos de Valdevez.
Exposição Colectiva “Em Actos Separados”, com Sandra Contente, Câmara Municipal de Ponte da Barca.
Participação e exposição no Mercado das Artes (CAL), Ponte de Lima.
Exposição em “Actos Separados”, com o Colectivo Hexa, Casa das Artes, Arcos de Valdevez.
Exposição (Ritmos Descontínuos), Escola de Dança Backstage, Braga.
Exposição “A Arte na Terceira Idade”, com alunos do CENFIM, Arcos de Valdevez.
2011
Exposição Individual, Câmara Municipal de Ponte da Barca.
Exposição na Galeria Vintage, com o Colectivo Hexa, Arcos de Valdevez.
Exposição na Velha-a-Branca “Momentos”, Estaleiro Cultural, Braga.
Participação em Workshops de Pintura, Festival Marginal Artes, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez.
Exposição na CAL – Mercado das Artes, Ponte de Lima.
2010
Participação na 2ª Edição do V-A-B Art Fest, Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, Braga.
Exposição no Auditório da Escola Profissional do Alto Minho (EPRALIMA), Arcos de Valdevez.
Participação como Júri, Concurso de Novos Talentos de Pintura e Desenho, EPRALIMA.
Participação no Concurso de Pintura, Congresso de Medicina Geral e Familiar, Castelo de S. Tiago da Barra, Viana do Castelo.
Exposição / Leilão Solidário, Clube Fenianos Portuenses, Porto.
Exposição na Casa Real, Arcos de Valdevez.
Exposição na Casa das Artes, com o Colectivo M.O.C.A (Movimento Organizado da Cultura Arcoense).
2009
Exposição de Pintura, Hotel São Lázaro, Bragança — 6ª Mostra de Pintura do Rotary Clube.
Exposição Colectiva “Um Colectivo no Individual”, Foyer da Aula Magna, ISPV, Viseu.
Participação “Pintar o Castelo”, Rotary Clube, Bragança.
Formação do Colectivo de Pintura “Um Colectivo no Individual”.
2008
Participação na 1ª Edição do V-A-B Art Fest, Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, Braga.
Exposição no C.A.R – Centro de Arte e Recreio, Guimarães.
Participação no Cenário de Verão do Programa “Curto-Circuito”, SIC Radical.
Exposição no S.A. Bar / Galeria, Ponte de Lima.
2007
Exposição na A.R.V.E., Marco de Canaveses.
Exposição com o Colectivo M4K1, Casa das Artes, Arcos de Valdevez.
Exposição e Participação na Biodoc, Soajo, Arcos de Valdevez.
Exposição no Açougues Bar, Arcos de Valdevez.
Exposição na “Casa do Ténis”, Estádio do Bessa, Porto.
Exposição Permanente “Artes e Autores Arcoenses”, Casa das Artes, Arcos de Valdevez.
2006
Exposições no Bocas Bar, Maia.
Exposição na Galeria Queiroza, Arcos de Valdevez.
Exposição e Instalação “Colorismo em Movimento”, Café Galeria Grémio, Ponte da Barca.
Exposição na Galeria KozoArt, Marghy Compiegne, França.
2005
Exposição na Casa das Artes, Arcos de Valdevez.
Exposição no Café Galeria Grémio, Ponte da Barca.
Exposição Permanente “Artes e Autores Arcoenses”, Casa das Artes, Arcos de Valdevez.
Exposição na Galeria Kunstgalerie, Frankfurt, Alemanha.
Exposição “O Decote da Dama de Espadas”, Colectivo de Teatro Experimental Caspa, Ponte da Barca.
Elaboração de mural no Atelier Ponto X, Publicidade.
Elaboração de mural infantil (900 x 500 cm), ATL da Santa Casa da Misericórdia, Arcos de Valdevez.
2004
Exposição na Galeria Queiroza, Arcos de Valdevez.
Exposição Permanente “Artes e Autores Arcoenses”, Casa das Artes, Arcos de Valdevez.
Exposição no Café/Galeria Grémio Bar, Ponte da Barca.
Exposição no Xeias Bar, Arcos de Valdevez.
Exposição no C.A.R – Centro de Arte e Recreio, Guimarães.
Exposição na Santa Casa da Misericórdia, Arcos de Valdevez.
