O mundo fragmenta-se em cores incandescentes que se entrelaçam como faíscas de um concerto visual, onde criaturas e símbolos atravessam a tela como notas soltas, compondo uma sinfonia de formas que oscilam entre o onírico e o cósmico. Os olhos dispersos funcionam como portais, lembrando a constante metamorfose e o olhar inquieto do artista ao longo da sua vida. Há um ritmo pulsante que percorre cada contorno, como se a própria tela vibrasse ao som de uma melodia glam e futurista.
The man who sold the world
70 x 50 cm
Acrílico sobre tela
2016
Indisponível

