Uma central ergue-se como manifesto visual da ultraviolência estilizada, onde a pureza do branco é apenas disfarce para o caos interior. A fruta sobre o rosto funciona como símbolo de condicionamento, desejo proibido e ironia social, tal como o leite-doce servido em cálices perversos. O fundo transborda delírios gráficos, criaturas vigilantes e cores elétricas, ecoando a tensão entre o livre-arbítrio e o adestramento da mente.
O cajado, empunhado com calma fria, torna-se metáfora de poder ritual, coreografia cruel e teatro existencial.
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