A obra irrompe como uma metáfora cortante entre a fragilidade da paz e a violência latente do mundo. A pomba, fragmentada em arestas geométricas, carrega uma granada — símbolo do paradoxo entre pureza e destruição. O traço é firme e incisivo, quase metálico, enquanto o branco do fundo amplifica o silêncio tenso da composição. Os salpicos vermelhos introduzem a memória do sangue, do grito que não se ouve. É uma imagem de beleza e desconforto — onde a esperança voa com o peso do impossível.
A linha tênue, guerra & Paz
1000,00 €
Tinta da china e carvão sobre tela
70 x 70 cm
2025
Reservado para exposição até Fevereiro de 2026

