O branco luminoso serve de palco para um bailado de linhas que se entrelaçam como notas de uma coreografia secreta. Figuras ondulam em ritmos distintos — umas leves como plumas, outras tensas como flechas prestes a ser lançadas. Olhos surgem como bússolas emotivas, revelando direções múltiplas e estados de alma que se cruzam. Há um movimento ascendente, quase respiratório, que faz o desenho vibrar como se estivesse perpetuamente a dançar. Um poema gráfico onde o gesto se transforma em música e o silêncio em movimento.
Porque ela dança
50 x 80 cm
Acrílico sobre tela
2016
Indisponível

