Um cenário que vibra entre humor, caos e poesia urbana. No conjunto, a obra torna-se um mural narrativo onde o absurdo observa o real e o real responde com um sorriso torto. Tudo parece acontecer ao mesmo tempo, como um domingo lisboeta imaginado por uma mente em combustão criativa. Metade sonho, metade sátira — atravessam o espaço, desde animais improváveis a objetos quotidianos que ganham vida própria. A energia de Alfredo Marceneiro surge reinventada, não pelo retrato, mas pelo ambiente — um caos poético que mistura melodia, bairro e imaginação desabrida.
Num Domingo á tarde com o Alfredo Marceneiro
80 x 60 cm
Acrílico sobre tela
2015
Indisponível

