“Em Quarentenas” apresenta duas figuras fragmentadas que se entrelaçam num espaço comprimido, revelando tensão emocional e intimidade forçada. Corpos geométricos e olhares deslocados criam diálogos estranhos entre proximidades físicas e distâncias psicológicas. Objetos simbólicos, garrafa, taça, instrumentos, surgem como metáforas de vício, refúgio e tentativa de normalidade, traduzindo o isolamento como um teatro de gestos contidos, onde cada forma expõe fragilidade, inquietação e resistência.
Quarentenas
90 x 60 cm
Óleo sobre tela
2020
Indisponível
Tributo a Danil Cetvericov

