“Em Quarentenas” apresenta duas figuras fragmentadas que se entrelaçam num espaço comprimido, revelando tensão emocional e intimidade forçada. Corpos geométricos e olhares deslocados criam diálogos estranhos entre proximidades físicas e distâncias psicológicas. Objetos simbólicos — garrafa, taça, instrumentos — surgem como metáforas de vício, refúgio e tentativa de normalidade, traduzindo o isolamento como um teatro de gestos contidos, onde cada forma expõe fragilidade, inquietação e resistência.
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