Um cortejo vibrante de criaturas improváveis desfila num azul intenso que parece pulsar como um céu vivo. Corpos retorcidos, olhos que se multiplicam e silhuetas híbridas criam um bailado entre o absurdo e o sublime. Cada figura exibe a sua própria lógica caótica, como se a vida se reinventasse em formas que recusam a ordem. É um universo ao avesso, onde o estranhamento se torna beleza e o caos encontra a sua harmonia secreta.
A mulher que tinha a vida virada do avesso
Óleo e acrílico sobre tela
139 x 57 cm
2018
Indisponível

