Um palco frenético onde política, crime, poder e fantasia se entrelaçam numa coreografia satírica. As cores dividem o espaço em blocos de tensão que fazem cada cena parecer um capítulo de uma mesma farsa social. Elementos de autoridade, justiça e desordem surgem como peças de um jogo viciado que todos conhecem mas ninguém controla. Os objetos espalhados — do cofre ao megafone — funcionam como pistas de uma sociedade que se alimenta do próprio absurdo. O conjunto expõe, com ironia mordaz, o olhar distante e confortável da burguesia perante o tumulto que a rodeia.
O Burguês no 25 Des´Abril 2015
100 x 70 cm
Acrílico sobre tela
2015
Indisponível

