A obra irrompe como um mural de consciências em combustão, onde rostos, totens, máquinas e memórias se fundem num único organismo visual. Tudo vibra em linguagem cromática — vermelhos xamânicos, azuis espirituais, verdes tribais, amarelos elétricos — como se cada cor fosse um pulso vital. Os olhos, espalhados como antenas do inconsciente, transformam o quadro num território vigilante, onde nada nasce nem morre sem ser testemunhado.
As figuras interligam-se como engrenagens psíquicas, criando uma cidade onírica onde lógica e delírio dançam em perfeita simetria emocional, um poema pintado ,não uma narrativa , um ritual cromático que se sente primeiro com o instinto, e só depois com o pensamento.
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