A obra manifesta-se como uma floresta alucinatória onde criaturas, memórias e impulsos se entrelaçam numa dança primitiva de cor e instinto. Olhos dispersos brilham como fieiras de constelações, iluminando segredos internos enquanto vigiam o que nunca será dito. As formas serpenteiam como música líquida — saxofones, martelos, vozes e sombras — compondo um ritual entre criação e caos. A paleta vibra como magma emocional, misturando a fúria do vermelho, o delírio do turquesa e o lamento silencioso dos cinzas.
DesCubismo Contornismo n° 10
90 x 70 cm
Óleo sobre tela
2014
Indisponível

