A pintura irrompe como um choque de cores irrequietas, um território onde cada tonalidade disputa espaço com a intensidade de um trovão. Formas ondulam como ondas emocionais, sugerindo movimentos inesperados, atravessados por curvas, picos e remoinhos que parecem nascer do próprio instinto. Uma vibração contínua que percorre a composição, como se a tela respirasse numa cadência acelerada e inquieta, uma espécie de litígio poético, onde a cor se torna linguagem e conflito ao mesmo tempo. Um campo energético em ebulição — uma tempestade cromática que revela mais do que mostra e sente mais do que diz.
No prego
90 x 70 X cm
Acrílico sobre tela
2015
Indisponível

