A obra respira como uma selva de consciências cromáticas, onde seres semi-humanos e criaturas psíquicas coexistem num mesmo corpo visual. Os olhares multiplicam-se como sementes de vigília, espalhados pela composição para que nada escape à memória ancestral da imagem. Cores, vibrantes como climas emocionais — ora febris, ora oceânicas, ora telúricas — movem-se como vento dentro de uma mente em metamorfose. Linhas cortam e abraçam formas, moldando um universo onde identidade é líquido, símbolo é carne, e pensamento tem textura.
DesCubismo Contornismo n° 8
90 x 70
Óleo sobre tela
2014
Indisponível

