Um universo lúdico eleva-se sobre uma muralha pétrea, onde formas improváveis se articulam como pensamento em estado bruto. Múltiplos olhos espalhados funcionam como pontes de consciência, transformando cada figura num fragmento atento do mesmo espírito. A cor vibra como emoção pura, libertando uma gramática visual onde o humor e o mistério caminham lado a lado. Um território pictórico onde a imaginação não descreve — funda, e onde o impossível se torna regra natural.
Quando a Amendoeira adora o corte
80 x 60 cm
Óleo sobre tela
2017
Indisponível

