A obra pulsa como um tumulto onde o pensamento se dissolve em cores primitivas e símbolos indomáveis. Olhos sem rosto devoram o espaço, como consciência fragmentada que recusa dormir e insiste em testemunhar tudo. Formas, lâminas, bocas, lâmpadas e criaturas gráficas entrelaçam-se num ritual visual entre criação e colapso. Cada cor parece um grito, cada linha um nervo, cada forma um segredo que se recusa a morrer dentro da mente, ela cria um universo onde o caos é a lei e o sentir é a única tradução possível.
DesCubismo Contornismo Nº 5
80 x 60 cm
Óleo sobre tela
2013
Indisponível

