No palco noturno de um instante sem relógio, os corpos dançam como se fossem versos partidos de um poema bêbedo.
Taças, cigarros e risos soltam-se do real, flutuando em linhas sinuosas que moldam sentimentos em geometrias vivas. Os rostos, fragmentados como memórias em brasa, colam-se uns aos outros num desejo impossível de unidade.
Cores elétricas cintilam sobre o negro profundo, como faróis emocionais num mar de delírios suaves.
É a celebração do caos íntimo: quando o prazer se pinta, e a lucidez se veste de festa.
Produtos Relacionados
3700,00 €

