Um labirinto de personagens deformadas ergue-se como um mural de caos político, onde cada figura parece murmurar segredos que ninguém deseja ouvir. As cores disputam território como facções clandestinas, enquanto criaturas humanas e animais se contaminam, trocando pele, gesto e intenção. Tudo se encurva, se contrai e se observa, como se o quadro fosse uma cidade que respira sob alarme constante, a certeza de que esta imagem não retrata um lugar, mas um sistema — vivo, viciado e impossível de desligar.
Coluna central de um DesGoverno Corrupto
90 x 70 cm
Acrílico Sobre tela
2014
Indisponível

