A obra manifesta-se como uma espiral de formas vivas e mutantes, onde o olhar percorre um labirinto de cores que se entrelaçam como vozes num coral visual. O azul, o laranja e o verde dialogam em ritmo de respiração, criando equilíbrio entre energia e contemplação. As figuras, fluidas e contorcidas, parecem nascer umas das outras, num movimento contínuo de transformação. Os olhos, múltiplos e vigilantes, evocam a consciência interior e o mistério da perceção. É uma celebração do movimento e da metamorfose, um cântico visual à alma inquieta do DesCubismo Contornismo.
Na senda do Contorcionismo
Óleo sobre tela
90 x 60 cm
2024
Indisponível

