Num cenário que reinventa o Faroeste através do delírio gráfico onde criaturas híbridas armam gestos teatrais entre pistolas, algemas e olhares que brotam de todos os lados. As cores vivas dilatam a tensão, transformando cada figura num personagem entre o grotesco e o cómico, como se o caos tivesse tomado posse da paisagem árida. Tudo vibra numa desordem coreografada, onde o perigo e o riso coexistem sem fronteiras. É um western mutante, onde a narrativa não se conta — devora-se com os olhos.
Num estranho Faroeste
80 x 60 cm
Óleo sobre tela
2017
Indisponível

