Uma torrente de criaturas vibrantes entrelaça-se como se o próprio caos tivesse aprendido a dançar. As cores, ferozes e festivas, moldam figuras que se esticam, se mordem, se esgueiram, todas guiadas por um ritmo invisível. Olhos espalhados pelo painel observam tudo, transformando o quadro num grande organismo vivo, atento e inquieto. As formas fluem como música visual, ora sinuosas, ora abruptas, num bailado de energia pura. A obra torna-se um mural pulsante onde o movimento é rei e cada detalhe é uma faísca de vida.
A mão que dança nº 62
Acrílico sobre tela
270 cm x 90 cm
2016
Indisponível

